Aquela família era só alegria em sua nova casa. Além do sonho da casa própria, todo aquele espaço, acomodações, um grande quintal...o 'sonho dourado' de Flávio e Cassandra, aquele belo e jovem casal, havia se realizado com aquele casarão. Juninho, de 6 anos, filho dos dois, também era só alegria ao percorrer todos aqueles cômodos com o seu velocípede até chegar a hora de dormir! Mas isso não acontece sem aquele rotineiro beijo de boa noite de Cassandra em seu lindo filhinho. Ela o faz como já fazia desde os tempos da antiga casa, e ao apagar a luz, antes de sair e deixar Juninho só naquele quarto, ainda no corredor, a mesma é surpreendida por um berro da criança. Ela corre de volta para ver o que é, e ao acender a luz novamente, vê que o menino se assustou apenas com sua própria mochila que no seu 'entender infante' e assustado, havia se transformando num 'monstro' em meio aquela penumbra que tomara seu quarto assim que sua mamãe saíra dali. E assim, com toda sua paciência de mãe, Cassandra repete aquele gesto de carinho, mas ao sair, já se ajeitando no quarto de casal, ela o ouve berrar mais uma vez. Aquele casal vira que não teria aquela 'noite de comemoração' pela casa nova. E pensando assim, Cassandra resolve ir contar histórias para que Juninho finalmente dormisse. Ela retorna àquele quarto munida de um livro, e lá chegando começa a contar historinhas leves e clássicas para o garoto que finalmente pega no sono, a deixando livre para 'seu maridão'. No dia seguinte, mais animação dos dois com a nova casa. Foram recebidas visitas que incluíam até da nova vizinhança, mas quando mais uma vez cai a noite, o pequeno Juninho sofria novos ataques de seus 'monstros imaginários'. E assim seguiu por várias noites chegando ao ponto do casal ter que se revezar para contar histórias para o menino. Mas as alucinações ou pesadelos de Juninho ficavam cada vez mais preocupantes. Além de fugir de seu quartinho para o quarto dos pais de madrugada, chegar a cair da cama certa noite alegando ter sido 'puxado' para de baixo da mesma, seu rendimento na escolinha que frequentava também começava a cair. Um abajur e os livros de historinhas(já emprestados) não resolviam, Flávio então viu que tinha que dar mais atenção aos pavores do filho. E com isso, aquela empolgação com a casa nova já começava a cair para dar lugar a tal preocupação. E foi pensando assim, que certa noite, resolvera de vez acabar com os temores do filho, dormindo ao lado do mesmo naquele quarto para lhe provar que não havia nada por ali. E quando os dois finalmente pegam nos sono, exatamente às 3:01 da madrugada, Juninho desperta aos prantos diante de mais uma de suas visões. Mas desta vez ele não era o único! Flávio também viu. Viu Mas 'não sabe o que viu'. Era um vulto negro, grande, assustador, ameaçador e que não contente com tudo isso, tal criatura sai das sombras e avança no menino que é prontamente defendido por seu pai que iniciava ali uma luta corporal com aquele 'sabe-se lá o quê' que os atacara. Os dois se atracam ao ponto de chamar a atenção da mãe no outro quarto, que corre até ali, onde chegando ao acender a luz acaba com a luta já que a tal criatura desaparece. Ninguém mais dormiu e no dia seguinte mesmo, eles decidiram se mudar dali. Tempos depois já na nova casa, eles descobrem que aquele casarão onde se deu tal assombroso incidente tinha um passado mais do que macabro. Dentre outros fatos funestos, uma adolescente com uma faca de cozinha simplesmente dizimou todos os membros da família 'culpando o seu reflexo reproduzido por um velho espelho que existia ali'. Eles não faziam a mínima ideia disso, mas aliviados com o fim dos assombros do filho, eles seguiram com a vida, e Flávio, este bravo pai da história que lutou, mas não sabe contra 'o que', também deixou a dica para quem tem filhos pequenos 'assombrados', com espantos noturnos ou que se impressionam facilmente com coisas assustadoras...não custa nada averiguar!.
Aquela família era só alegria em sua nova casa. Além do sonho da casa própria, todo aquele espaço, acomodações, um grande quintal...o 'sonho dourado' de Flávio e Cassandra, aquele belo e jovem casal, havia se realizado com aquele casarão. Juninho, de 6 anos, filho dos dois, também era só alegria ao percorrer todos aqueles cômodos com o seu velocípede até chegar a hora de dormir! Mas isso não acontece sem aquele rotineiro beijo de boa noite de Cassandra em seu lindo filhinho. Ela o faz como já fazia desde os tempos da antiga casa, e ao apagar a luz, antes de sair e deixar Juninho só naquele quarto, ainda no corredor, a mesma é surpreendida por um berro da criança. Ela corre de volta para ver o que é, e ao acender a luz novamente, vê que o menino se assustou apenas com sua própria mochila que no seu 'entender infante' e assustado, havia se transformando num 'monstro' em meio aquela penumbra que tomara seu quarto assim que sua mamãe saíra dali. E assim, com toda sua paciência de mãe, Cassandra repete aquele gesto de carinho, mas ao sair, já se ajeitando no quarto de casal, ela o ouve berrar mais uma vez. Aquele casal vira que não teria aquela 'noite de comemoração' pela casa nova. E pensando assim, Cassandra resolve ir contar histórias para que Juninho finalmente dormisse. Ela retorna àquele quarto munida de um livro, e lá chegando começa a contar historinhas leves e clássicas para o garoto que finalmente pega no sono, a deixando livre para 'seu maridão'. No dia seguinte, mais animação dos dois com a nova casa. Foram recebidas visitas que incluíam até da nova vizinhança, mas quando mais uma vez cai a noite, o pequeno Juninho sofria novos ataques de seus 'monstros imaginários'. E assim seguiu por várias noites chegando ao ponto do casal ter que se revezar para contar histórias para o menino. Mas as alucinações ou pesadelos de Juninho ficavam cada vez mais preocupantes. Além de fugir de seu quartinho para o quarto dos pais de madrugada, chegar a cair da cama certa noite alegando ter sido 'puxado' para de baixo da mesma, seu rendimento na escolinha que frequentava também começava a cair. Um abajur e os livros de historinhas(já emprestados) não resolviam, Flávio então viu que tinha que dar mais atenção aos pavores do filho. E com isso, aquela empolgação com a casa nova já começava a cair para dar lugar a tal preocupação. E foi pensando assim, que certa noite, resolvera de vez acabar com os temores do filho, dormindo ao lado do mesmo naquele quarto para lhe provar que não havia nada por ali. E quando os dois finalmente pegam nos sono, exatamente às 3:01 da madrugada, Juninho desperta aos prantos diante de mais uma de suas visões. Mas desta vez ele não era o único! Flávio também viu. Viu Mas 'não sabe o que viu'. Era um vulto negro, grande, assustador, ameaçador e que não contente com tudo isso, tal criatura sai das sombras e avança no menino que é prontamente defendido por seu pai que iniciava ali uma luta corporal com aquele 'sabe-se lá o quê' que os atacara. Os dois se atracam ao ponto de chamar a atenção da mãe no outro quarto, que corre até ali, onde chegando ao acender a luz acaba com a luta já que a tal criatura desaparece. Ninguém mais dormiu e no dia seguinte mesmo, eles decidiram se mudar dali. Tempos depois já na nova casa, eles descobrem que aquele casarão onde se deu tal assombroso incidente tinha um passado mais do que macabro. Dentre outros fatos funestos, uma adolescente com uma faca de cozinha simplesmente dizimou todos os membros da família 'culpando o seu reflexo reproduzido por um velho espelho que existia ali'. Eles não faziam a mínima ideia disso, mas aliviados com o fim dos assombros do filho, eles seguiram com a vida, e Flávio, este bravo pai da história que lutou, mas não sabe contra 'o que', também deixou a dica para quem tem filhos pequenos 'assombrados', com espantos noturnos ou que se impressionam facilmente com coisas assustadoras...não custa nada averiguar!.

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